11 março 2009

MayDay Lisboa no Centro de Emprego





O MayDay Lisboa 2009 ocupou o Centro de Emprego da Avenida 5 de Outubro, no centro de Lisboa.

"Aqui não há emprego!" é a afirmação de que os Centros de Emprego são hoje locais de perseguição aos desempregados e não servem para o que deviam.

"500 000? Somos muitos mais!". Porque as estatísticas, apesar de assustadoras, escondem uma realidade ainda pior. O desemprego não pára de crescer. E sabemos muito bem que anda de mãos dadas com a precariedade: é este o clima de chantagem que aumenta a exploração e nos leva os direitos.

6 comentários:

frog disse...

Adorei a iniciativa peço-vos que continuem, quem sabe se de meia dúzia de manifestantes não se irão juntar cada mais ao vosso apelo. "Grão a grão enche a galinha o papo"
Contra mim falo, nós portugueses precisamos de resuscitar desta inpunidade social, de alguma forma e fez o 25 de Abril, embora com poucos resultados práticos,ao fim de anos e anos de silêncio.
Não tenham medo que a vós me junto em espiríto aja coragem.
Red

Anónimo disse...

Ora aqui está algo que se devia repetir mais vezes... também noutros organismos do estado, como as finanças ou segurança social.

Anónimo disse...

Desculpem lá, mas com coisas destas não se vai a lado nenhum. Uma nota de rodapé nas notícias talvez. Só chegando o lume às calças é que se consegue fazer ouvir... infelizmente...

TóMané disse...

Ir ao Instituto de Emprego e gritar "aqui não há emprego!" - é priceless!!! Muito bom, mesmo!

Anónimo disse...

Gostei da acção em curso, vi que alguem lhes tentou censurar, a liberdade de expressão está posta em causa em Portugal, da parte dos desempregados de Lisboa que estavam no IEFP, não notei grande motivação, mas creio que no Porto vai haver muita mais gente na marcha, porque a região é mais atingida que Lisboa.
Venham ao Minho pode ser que me junte a vós, aqui a região ainda é a mais atingida pelo desemprego e trabalho precário...

Ave disse...

Continuem por favor!
Trabalho a recibos verdes numa empresa, há quase 3 anos. Sem subsídio de férias nem de Natal. Nem horas extra. E somos mal vistos se sairmos a horas.Nada fácil...
Ave