FERVE - Fartas/os d'Estes Recibos Verdes. Este é o blogue de um grupo de trabalho que pretende atuar em duas vertentes: 1) denunciar a utilização dos falsos recibos verdes; 2) promover um espaço de debate que promova a mudança
03 julho 2012
7 JULHO::17H00::LANÇAMENTO DA ASSOCIAÇÃO PRECÁRIAS/OS INFLEXÍVEIS
27 junho 2012
FLASHMOB DE BOLSEIROS - 27 JUNHO - LISBOA
Local: FCT - Loja do Cientista, Av. D. Carlos I - Lisboa Evento no Facebook aqui.
26 junho 2012
Comunicado: Primeira associação nacional de combate à precariedade apresenta-se a 7 de Julho
Sessão pública de apresentação da Associação contra a Precariedade
MANIFESTAÇÃO PELO DIREITO AO TRABALHO - 30 JUNHO
02 junho 2012
7 DE JULHO NASCE A ASSOCIAÇÃO PRECÁRIOS INFLEXÍVEIS
30 maio 2012
O FERVE ESTÁ TOTALMENTE SOLIDÁRIO COM PRECÁRIOS INFLEXÍVEIS
25 maio 2012
O FERVE ESTÁ SOLIDÁRIO COM ESTA INICIATIVA
As pessoas signatárias apelam à adoção urgente de medidas que resolvam estes problemas e também à implementação de uma política de incentivos conducente à criação de um mercado de trabalho que absorva a mão-de-obra altamente qualificada e o seu saber. Entre os promotores da carta encontram-se a Comissão de Bolseiros da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Associação de Bolseiros de Investigação e Ciência (ABIC), o Núcleo de Bolseiros da Universidade de Aveiro e os Precários Inflexíveis (PI).
11 maio 2012
O FERVE PARTICIPA NA "PRIMAVERA GLOBAL"
26 abril 2012
DEBATE DO SPN::26 ABRIL::18H00::PORTO
14 abril 2012
SESSÃO PÚBLICA: OBSERVATÓRIO SOBRE CRISES E ALTERNATIVAS
01 abril 2012
APRESENTAÇÃO DO LIVRO "JOVENS EM TRANSIÇÕES PRECÁRIAS"
16 fevereiro 2012
Concentração em Solidariedade com o povo grego
Largo de S.Domingos - Lisboa
Praça da Batalha - Porto
Este pacote de austeridade pretende impor medidas que nenhum povo pode aceitar. Os “parceiros” da União Europeia exigem ao povo grego um corte de 32% no salário mínimo daqueles que têm menos de 25 anos, e de 22% aos que têm mais de 25 anos. Os contratos colectivos de trabalho são eliminados para conseguir o despedimento de 15 mil trabalhadores no sector público, e vão ser destruídos 150 mil empregos através da não renovação de contratos.
Este novo pacote de austeridade exige também cortes nas pensões e nos salários dos serviços públicos, a privatização de bens do Estado e cortes nos serviços públicos, incluindo saúde, assistência social e educação. Na verdade, estamos a falar da morte da sociedade. Neste momento a Grécia é governada por um governo que não foi eleito. Um governo no qual a extrema-direita faz parte. Um governo que impõe políticas que acabam com direitos humanos e direitos laborais, obriga escolas e hospitais a encerrarem, condena mais de 20% da população à pobreza extrema e ao desemprego, ignora a vontade do povo demonstrada em várias manifestações em que centenas de milhares de pessoas participaram, vende todo o tipo de propriedade pública, tolera e encoraja a violência policial. A resposta à crise estrutural do capitalismo por parte do capital, da banca e do estado burguês, é a completa demolição de qualquer direito laboral e social de forma a salvar os seus lucros e o sistema em si mesmo.
O povo grego, com coragem, revolta-se contra esta política de intimidação social. Apesar do total silêncio dos media e de toda a repressão violenta, as manifestações e greves gerais multiplicam-se. No último domingo, juntaram-se na Praça Sintagma, mais de meio milhão de pessoas para mostrar a sua oposição e hostilidade contra as novas medidas de austeridade. A manifestação foi cruelmente reprimida, com gás lacrimogéneo e violência policial, o que levou 20 pessoas a serem assistidas no hospital. Tentam aterrorizar todos os lutadores sociais, a fim destes obedecerem. Apesar desta extrema violência repressiva, o povo grego continua a manifestar-se mostrando que não tem medo! Não há nenhuma outra solução que não a luta social, numa sociedade onde não se vislumbra futuro para os trabalhadores e a juventude.
Confrontando-nos com uma crise que se expande na União Europeia, mais vai para além desta, a solidariedade entre os povos é uma arma nas nossas mãos. A Grécia e Portugal estão na mesma situação económica e partilham um futuro comum – nós somos a primeira cobaia de um novo modelo cruel de gestão do capitalismo. É necessário que o povo português se levante e manifeste a sua solidariedade para com o povo grego e para com todas as lutas sociais na Europa. É tempo de coordenar as nossas lutas, de nos revoltarmos! É tempo de dizer bem alto que não vamos fazer mais sacrifícios em nome dos patrões, dos bancos. Do euro! É tempo de dizer bem alto que não pagamos um dívida que não é nossa
15 fevereiro 2012
PRAZO PARA ENTREGA DE DECLARAÇÕES ALARGADO ATÉ 29 DE FEVEREIRO
11 fevereiro 2012
10 fevereiro 2012
AMANHÃ, CONTAMOS CONTIGO NA RUA!
09 janeiro 2012
Lançamento do CENA no Porto
http://www.cenasindicato.org/
19 dezembro 2011
Véspera da data limite para pagamento das contribuições: Ministério e Segurança Social não garantiram ainda correcção do erro nos escalões nos recibos verdes
06 dezembro 2011
CENA - Lançamento este domingo, em Lisboa
Os nossos amigos da Plataforma dos Intermitentes do Espectáculo e do Audiovisual iniciam agora uma nova fase: no próximo domingo, dia 11 de Dezembro, o Teatro da Comuna, em Lisboa, recebe o lançamento do CENA - Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual, será apresentado e lançado para todos e todas.O programa é o seguinte
17h30 – Tertúlias sectoriais com os seguintes temas:
- O sindicalismo e o seu papel no século XXI
- Contratação, Segurança Social e Riscos profissionais
- Ensino artístico
- Políticas culturais
- Direitos Autorais e Direitos Conexos
- Estruturas estatais
- Estruturas independentes
19h45 – Concerto com “CENA Barroca”
20h15 – Apresentação do CENA com um elemento do Sindicato dos Músicos, um do CPAV e um dos Intermitentes
21h00 – Concertos com “Canções Malditas” e “Farra Fanfarra” (Jantar volante a partir desta hora)
Dentro de dias estará online o site do CENA, em www.cenasindicato.org e o nosso e-mail passará a ser mail@cenasindicato.org.
Vivemos na e da Cultura, cada vez com mais dificuldades e com mais necessidade de imaginação para superarmos sucessivos cortes e sucessivos obstáculos que nos vão aparecendo pelo caminho. O CENA quer coordenar esforços entre os diferentes sectores que representará e com isso quer forçar os órgãos decisores a devolverem dignidade a quem faz da Arte a sua vida.
Facebook: podem consultar aqui o evento e aqui podem ser amigas/os.














