
Esta medida vai ao encontro das reivindicações do FERVE, consubstanciadas numa petição, lançada no início do mês de Março, em que considerámos incompreensível que uma "medida de apoio às famílias" exclua, por omissão, as famílias composta por trabalhadores/as independentes. Igualmente incompreensível nos pareceu que uma "medida de apoio às famílias" exclua exactamente aquelas que estão mais vulneráveis às perturbações do mercado de trabalho.
Ora, considerámos que os/as trabalhadores/as independentes deveriam poder ser abrangidos expressamente por esta medida de cariz social, desde logo porque também eles/as são alvo de constrangimentos financeiros como os/as restantes.
Esta é uma grande vitória de todas/os nós!
Mais pormenores aqui.
13 comentários:
Eu quero ver, quero ver....
É triste que em Portugal a justiça só se repõe de quatro em quatro anos - nos anos de eleições!
Conseguimos! mas agora vamos levar a chapada da contribuição da segurança social, a mim pelo menos vai-me obrigar a cessar actividade! incrivel não há ninguem que defende os recibos verdes! (independentes)
Muito bem..."
Vamos agora partir para a próxima "luta" ... :
os agravamentos do novo código contributivo para a Segurança Social.
Como já disseram : a proposta representa "fome exagerada" de aumentar as receitas do Estado...
Agravam desmedidamente as contribuições para a segurança social, e o que dão, é o subsisio doenda, após 1 MÊS … ????????????????!!!!
Isso é o que dá termos maiorias...
Isto é a prova que a união faz efectivamente a força.
penso que temos deixar de ter medo da situação precária em que nos encontramos e partir para a luta.
São tudo operações de cosmética política, mas os prejudicados são sempre os mesmos: os pobres dos trabalhadores que são obrigados a trabalhar a recibos verdes.
Ainda hoje, à conta da tolerância de ponto, o IEFP decidiu que a partir das 13h não há formação. Muito bom para os funcionários que vão para casa sem serem penalizados mas os formadores - garante do funcionamento do Instituo - são obrigados a não trabalhar, uma vez que as horas que não são dadas não serão pagas.
Ou seja, para além do limite actual das 30 horas semanais, lesam-nos numa série de horas de trabalho que não teremos maneira de recuperar.
entao sempre e verdade receber-se no mes seguinte a entrega.
se tal se confirmar devo estar a receber. alguem me pode esclarecer, pois estes €€€ fazem falta e quanto mais cedo se receber melhor.
Pois é, parece que afinal as promessas foram levadas pelo vento.
Entreguei em 16 de Abril, via net (1º dia da 2ª fase) e até agora, não há devolução para ninguém.
Só vos queria dizer que não me pagaram o meu IRS em 30 dias, quanto muito, há-de ser até ao final do mês.
pois... a minha declaração foi entregue no dia 18 de abril aceite no dia 25 e até à data nada! nem sequer há informação sobre uma possível data no site das finanças.
portanto, com muita pena minha tenho a dizer-vos que é mais uma vez publicidade enganosa
só para vos informar que fiz a declaração dia 18 de abril, foi dada como correcta dia 25 do mesmo mês e até hoje nada!! E já passaram os 30 dias
A minha declaração foi aceite no dia 23 de Abril e ainda não recebi o reembolso, por isso as notícias não passaram de meras intenções...
liguei para o nº de atendimento da DGCI e informaram-me que só se aplica às entregas da 1º fase e que os trab. independentes serão reembolsados até ao final de setembro.
e esta hein?
É sempre a mesma coisa... Os trabalhadores independentes que se danem!... Somos quem mais desconta, sem direito a nada (férias, subsídios e mais sei lá o quê!) e somos sempre os últimos a receber o que é nosso de direito... E viva a maioria! :/
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