FERVE - Fartas/os d'Estes Recibos Verdes. Este é o blogue de um grupo de trabalho que pretende atuar em duas vertentes: 1) denunciar a utilização dos falsos recibos verdes; 2) promover um espaço de debate que promova a mudança
17 dezembro 2011
Começou hoje a Auditoria Cidadã à Dívida Pública
Valor das reformas vai cair 50%
plafond' mais baixo às pensões a serem pagas pelo sistema público
Pedro Passos Coelho admitiu que essa mudança no sistema de Segurança Social poderá vir a ser introduzida em Portugal, embora não a curto prazo. "Isso pode vir a acontecer, mas não está nas nossas intenções do curto prazo mexer nessa matéria", advertiu.
14 dezembro 2011
ESTAMOS QUASE! Junta-te à mobilização por uma lei contra a precariedade
13 dezembro 2011
PRECÁRIOS PAGAM MAIS À SEGURANÇA SOCIAL
12 dezembro 2011
SEGURANÇA SOCIAL COMEÇA A CORRIGIR NOTIFICAÇÕES A TRABALHADORES ISENTOS
Notícia no Diário Económico.
06 dezembro 2011
CENA - Lançamento este domingo, em Lisboa
Os nossos amigos da Plataforma dos Intermitentes do Espectáculo e do Audiovisual iniciam agora uma nova fase: no próximo domingo, dia 11 de Dezembro, o Teatro da Comuna, em Lisboa, recebe o lançamento do CENA - Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual, será apresentado e lançado para todos e todas.O programa é o seguinte
17h30 – Tertúlias sectoriais com os seguintes temas:
- O sindicalismo e o seu papel no século XXI
- Contratação, Segurança Social e Riscos profissionais
- Ensino artístico
- Políticas culturais
- Direitos Autorais e Direitos Conexos
- Estruturas estatais
- Estruturas independentes
19h45 – Concerto com “CENA Barroca”
20h15 – Apresentação do CENA com um elemento do Sindicato dos Músicos, um do CPAV e um dos Intermitentes
21h00 – Concertos com “Canções Malditas” e “Farra Fanfarra” (Jantar volante a partir desta hora)
Dentro de dias estará online o site do CENA, em www.cenasindicato.org e o nosso e-mail passará a ser mail@cenasindicato.org.
Vivemos na e da Cultura, cada vez com mais dificuldades e com mais necessidade de imaginação para superarmos sucessivos cortes e sucessivos obstáculos que nos vão aparecendo pelo caminho. O CENA quer coordenar esforços entre os diferentes sectores que representará e com isso quer forçar os órgãos decisores a devolverem dignidade a quem faz da Arte a sua vida.
Facebook: podem consultar aqui o evento e aqui podem ser amigas/os.
05 dezembro 2011
COMUNICADO: Segurança Social pode estar a prejudicar a maioria dos trabalhadores a recibos verdes
PORTO - CICLO DE CINEMA "MUNDOS DO TRABALHO"
FOSSO ENTRE RICOS E POBRES É O MAIS ELEVADO DOS ÚLTIMOS 30 ANOS
04 dezembro 2011
DENÚNCIA: REVISTA STYLE
03 dezembro 2011
Lei contra a precariedade: proposta perto de chegar ao parlamento
Apelamos a todas as pessoas para que subscrevam esta Iniciativa Legislativa de Cidadãos, mas também que imprimam a folha (frente e verso) e assim possam recolher e contribuir para concretizar este objectivo (as assinaturas recolhidas, mesmo que as folhas não fiquem completas, podem ser enviadas para Apartado 7008 EC Augusto Luso-Porto 4051-901 PORTO).
- vídeo de divulgação
- http://www.leicontraaprecariedade.net/
- Via: Precários Inflexíveis
Direito de resposta*: Agência WHO
30 novembro 2011
MINISTÉRIO RESPONDE AO LADO QUANDO QUESTIONADO SOBRE CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL
29 novembro 2011
Recibos verdes estão a ser colocados em escalões de contribuição superiores aos previstos na lei
A grande maioria dos trabalhadores a recibos verdes, devido aos seus baixos rendimentos, deveria ser enquadrada no 1º escalão de contribuição. No entanto, os serviços da Segurança Social estão a comunicar a vários trabalhadores com rendimentos baixos (enquadráveis no 1º escalão) a inclusão no 2º escalão, o que corresponde a um erro grosseiro na interpretação e aplicação da lei e representando uma diferença de mais de 60 euros nas contribuições mensais (em vez dos devidos €124,09, este erro implica o pagamento de €186,13). Concretamente, são €62,04 a mais em cada mês, ou seja uma penalização irregular de €744,48 no período de 12 meses em que é válida a base de incidência contributiva agora apurada.
Esta atitude dos serviços da Segurança Social é inqualificável, deve ser imediatamente corrigida, e confirma a enorme confusão e injustiça em que os trabalhadores precários a falsos recibos verdes se vêm envolvidos por lhes ser negado, ilegalmente, o contrato de trabalho pelos patrões. Em causa estão as vidas de milhares de trabalhadores precários que já têm de enfrentar os baixos rendimentos e um sistema de contribuições para a Segurança Social totalmente injusto.
Ganham agora uma dimensão ainda mais grave as declarações recentes do Ministro Pedro Mota Soares, que “anunciou” o envio destes emails pela Segurança Social e a redução das prestações como se fosse uma óptima novidade da sua autoria, quando na realidade se trata da simples aplicação do Código Contributivo que o mesmo Pedro Mota Soares contestou, de forma destacada, quando era líder da bancada do CDS/PP na oposição. Considerámos, por motivos óbvios, estas últimas declarações uma fraude política. Agora Pedro Mota Soares está obrigado a corrigir imediatamente os erros cometidos pelos serviços da Segurança Social, com a urgência que os baixos rendimentos e os direitos de milhares de trabalhadores precários exigem.
Apelamos ainda à atenção de todos os trabalhadores e trabalhadoras a recibos verdes que agora estão a receber as comunicações da Segurança Social para que verifiquem qual o escalão que lhes está a ser atribuído e para que reclamem junto dos serviços a partir de 1 de Dezembro, para que sejam corrigidos os erros de imediato. Chamamos também à atenção dos responsáveis da Segurança Social para que sejam preparados os sistemas e serviços de forma a que os trabalhadores a recibos verdes sejam respeitados e não se venham a confrontar, mais uma vez, com demoras e inoperância de serviços que não respeitam as exigências necessárias.
Precários Inflexíveis
Plataforma 15 de Outubro - Conferência de Imprensa - 24 de Novembro - Quem são os violentos?
- Testemunhámos e denunciamos a presença de polícia não fardada e não identificada na manifestação de 24 de Novembro, em frente a São Bento. Estes elementos, entre os manifestantes, incitaram à violência com palavras e acções, ao contrário do que afirmou inequivocamente o ministro da Administração Interna. Esta acção da polícia, de um Estado de Direito, e dito “democrático” configura uma ilegalidade e um crime. A acção da polícia nos piquetes de greve deste dia pautou-se igualmente pela ilegalidade e repressão, tendo-se apresentado nos locais onde se encontravam os piquetes armada com caçadeiras e metralhadoras, além de ter sido enviada polícia de intervenção para atacar e romper os piquetes.
- Repudiamos ser, consciente e propositadamente, apelidados de “delinquentes”, “criminosos” e outros adjectivos que claramente configuram um insulto pessoal e colectivo, com o único objectivo de anular a ‘Plataforma 15 de Outubro’ como sujeito político. Foi impedida a realização da Assembleia Popular prevista à mesma hora em que começaram os distúrbios. Está a ser construída, consciente e propositadamente, uma narrativa de terror social que visa claramente criminalizar o movimento social e os eventos da Greve Geral Nacional e manifestação que, tendo sido um grande sucesso, é minorada pela construção de factos e eventos de “violência” por parte das estruturas de poder.
- Manifestamo-nos contra a detenção avulsa de pessoas isoladas, sendo essa outra tentativa de reforçar esta narrativa criminalizadora.
- Somos e continuaremos a reivindicarmo-nos como uma plataforma de acção política pacífica e não aceitaremos ser, como colectivo, associados a qualquer acto de violência que cidadãos em nome individual possam cometer, na demonstração da sua legítima revolta.
- Rejeitamos a inversão total e propagandística da verdade que está em curso, procurando apelidar de violentas pessoas e movimentos que tentam defender os seus direitos e interesses, de forma pacífica. A violência das medidas de austeridade é que é indesmentível e por mais cortinas de fumo que por ela sejam lançadas, está à vista de todo o povo. Acusamos o governo de violência, directa e indirecta, sobre o país.
- Em resposta a esta campanha vergonhosa, informamos que convocaremos uma nova manifestação, a realizar no final de Janeiro.
28 novembro 2011
100 MIL PRECÁRIAS/OS COM AMEAÇA DE PENHORA
PORTUGAL EM 2013: MAIS DE 14% DE DESEMPREGO, SEGUNDO OCDE
COMUNICADO DE PROFESSORAS/ES DAS AEC DE EIXO E CACIA
O FERVE divulga o comunicado emitido pelas/os professoras/es licenciadas/os a exercer funções nas AEC de cacia e Eixo, que não recebem desde Setembro:25 novembro 2011
Elemento do FERVE agredido por membro do PNR
24 novembro 2011
GREVE GERAL
PROFESSORAS/ES DAS AEC EM GREVE
O FERVE está solidário com as/os trabalhadoras/es das AEC de Cacia e Eixo, em Aveiro, que não recebem desde dia 19 de Setembro e, como tal, fazem greve às aulas no dia 25 de Novembro de tarde. Eis o comunicado deste grupo de professoras/es:
TESTEMUNHO: DESIGUALDADE
23 novembro 2011
REPORTAGEM TSF COM A COLABORAÇÃO DO FERVE
Na empresa Ricardo, que trabalha num call-center, também se contam pelas mãos aqueles que vão aderir à greve. "Tenho medo de ficar sem emprego, de ficar sem rendimento, mas penso que este não será um motivo suficiente. Tenho de tomar uma atitude de consciência para melhoria eventual das condições de trabalho", afirmou.
Cristina Andrade, trabalhadora a prazo no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), considerou que "o medo é o pior inimigo de qualquer povo".
21 novembro 2011
AMAS DA SEGURANÇA SOCIAL EM LUTA
As amas acolhem crianças encaminhadas pela Segurança Social mas trabalham a recibos verdes, para a própria Segurança Social.
Hoje entregaram uma carta reivindicativa no Ministério da Segurança Social.
O FERVE está solidário com a luta destas trabalhadoras!
O vídeo é dos nosso amigos Precários Inflexíveis
15 novembro 2011
11 novembro 2011
BE denuncia processos a amas da Segurança Social
A deputada considerou a situação um “embuste dos recibos verdes”. “Agora notifica as pessoas a dizer que incorrem num crime de abuso de confiança se não pagarem a dívida, o que antes dizia ser um confisco”, disse Mariana Aiveca.



















