FERVE - Fartas/os d'Estes Recibos Verdes. Este é o blogue de um grupo de trabalho que pretende atuar em duas vertentes: 1) denunciar a utilização dos falsos recibos verdes; 2) promover um espaço de debate que promova a mudança
23 dezembro 2011
Lei contra a precariedade - RECIBOS VERDES
Novas regras para subsídio de desemprego legitimam falsos recibos verdes
Discutida esta quinta-feira a lei que prevê atribuição de subsídio a recibos verdes. Plataformas contra a precariedade dizem que medida vai contemplar sobretudo os falsos recibos verdes
19 dezembro 2011
Véspera da data limite para pagamento das contribuições: Ministério e Segurança Social não garantiram ainda correcção do erro nos escalões nos recibos verdes
18 dezembro 2011
17 dezembro 2011
Começou hoje a Auditoria Cidadã à Dívida Pública
Valor das reformas vai cair 50%
plafond' mais baixo às pensões a serem pagas pelo sistema público
Pedro Passos Coelho admitiu que essa mudança no sistema de Segurança Social poderá vir a ser introduzida em Portugal, embora não a curto prazo. "Isso pode vir a acontecer, mas não está nas nossas intenções do curto prazo mexer nessa matéria", advertiu.
14 dezembro 2011
ESTAMOS QUASE! Junta-te à mobilização por uma lei contra a precariedade
13 dezembro 2011
PRECÁRIOS PAGAM MAIS À SEGURANÇA SOCIAL
12 dezembro 2011
SEGURANÇA SOCIAL COMEÇA A CORRIGIR NOTIFICAÇÕES A TRABALHADORES ISENTOS
Notícia no Diário Económico.
06 dezembro 2011
CENA - Lançamento este domingo, em Lisboa
Os nossos amigos da Plataforma dos Intermitentes do Espectáculo e do Audiovisual iniciam agora uma nova fase: no próximo domingo, dia 11 de Dezembro, o Teatro da Comuna, em Lisboa, recebe o lançamento do CENA - Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual, será apresentado e lançado para todos e todas.O programa é o seguinte
17h30 – Tertúlias sectoriais com os seguintes temas:
- O sindicalismo e o seu papel no século XXI
- Contratação, Segurança Social e Riscos profissionais
- Ensino artístico
- Políticas culturais
- Direitos Autorais e Direitos Conexos
- Estruturas estatais
- Estruturas independentes
19h45 – Concerto com “CENA Barroca”
20h15 – Apresentação do CENA com um elemento do Sindicato dos Músicos, um do CPAV e um dos Intermitentes
21h00 – Concertos com “Canções Malditas” e “Farra Fanfarra” (Jantar volante a partir desta hora)
Dentro de dias estará online o site do CENA, em www.cenasindicato.org e o nosso e-mail passará a ser mail@cenasindicato.org.
Vivemos na e da Cultura, cada vez com mais dificuldades e com mais necessidade de imaginação para superarmos sucessivos cortes e sucessivos obstáculos que nos vão aparecendo pelo caminho. O CENA quer coordenar esforços entre os diferentes sectores que representará e com isso quer forçar os órgãos decisores a devolverem dignidade a quem faz da Arte a sua vida.
Facebook: podem consultar aqui o evento e aqui podem ser amigas/os.
05 dezembro 2011
COMUNICADO: Segurança Social pode estar a prejudicar a maioria dos trabalhadores a recibos verdes
PORTO - CICLO DE CINEMA "MUNDOS DO TRABALHO"
FOSSO ENTRE RICOS E POBRES É O MAIS ELEVADO DOS ÚLTIMOS 30 ANOS
04 dezembro 2011
DENÚNCIA: REVISTA STYLE
03 dezembro 2011
Lei contra a precariedade: proposta perto de chegar ao parlamento
Apelamos a todas as pessoas para que subscrevam esta Iniciativa Legislativa de Cidadãos, mas também que imprimam a folha (frente e verso) e assim possam recolher e contribuir para concretizar este objectivo (as assinaturas recolhidas, mesmo que as folhas não fiquem completas, podem ser enviadas para Apartado 7008 EC Augusto Luso-Porto 4051-901 PORTO).
- vídeo de divulgação
- http://www.leicontraaprecariedade.net/
- Via: Precários Inflexíveis
Direito de resposta*: Agência WHO
30 novembro 2011
MINISTÉRIO RESPONDE AO LADO QUANDO QUESTIONADO SOBRE CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL
29 novembro 2011
Recibos verdes estão a ser colocados em escalões de contribuição superiores aos previstos na lei
A grande maioria dos trabalhadores a recibos verdes, devido aos seus baixos rendimentos, deveria ser enquadrada no 1º escalão de contribuição. No entanto, os serviços da Segurança Social estão a comunicar a vários trabalhadores com rendimentos baixos (enquadráveis no 1º escalão) a inclusão no 2º escalão, o que corresponde a um erro grosseiro na interpretação e aplicação da lei e representando uma diferença de mais de 60 euros nas contribuições mensais (em vez dos devidos €124,09, este erro implica o pagamento de €186,13). Concretamente, são €62,04 a mais em cada mês, ou seja uma penalização irregular de €744,48 no período de 12 meses em que é válida a base de incidência contributiva agora apurada.
Esta atitude dos serviços da Segurança Social é inqualificável, deve ser imediatamente corrigida, e confirma a enorme confusão e injustiça em que os trabalhadores precários a falsos recibos verdes se vêm envolvidos por lhes ser negado, ilegalmente, o contrato de trabalho pelos patrões. Em causa estão as vidas de milhares de trabalhadores precários que já têm de enfrentar os baixos rendimentos e um sistema de contribuições para a Segurança Social totalmente injusto.
Ganham agora uma dimensão ainda mais grave as declarações recentes do Ministro Pedro Mota Soares, que “anunciou” o envio destes emails pela Segurança Social e a redução das prestações como se fosse uma óptima novidade da sua autoria, quando na realidade se trata da simples aplicação do Código Contributivo que o mesmo Pedro Mota Soares contestou, de forma destacada, quando era líder da bancada do CDS/PP na oposição. Considerámos, por motivos óbvios, estas últimas declarações uma fraude política. Agora Pedro Mota Soares está obrigado a corrigir imediatamente os erros cometidos pelos serviços da Segurança Social, com a urgência que os baixos rendimentos e os direitos de milhares de trabalhadores precários exigem.
Apelamos ainda à atenção de todos os trabalhadores e trabalhadoras a recibos verdes que agora estão a receber as comunicações da Segurança Social para que verifiquem qual o escalão que lhes está a ser atribuído e para que reclamem junto dos serviços a partir de 1 de Dezembro, para que sejam corrigidos os erros de imediato. Chamamos também à atenção dos responsáveis da Segurança Social para que sejam preparados os sistemas e serviços de forma a que os trabalhadores a recibos verdes sejam respeitados e não se venham a confrontar, mais uma vez, com demoras e inoperância de serviços que não respeitam as exigências necessárias.
Precários Inflexíveis
Plataforma 15 de Outubro - Conferência de Imprensa - 24 de Novembro - Quem são os violentos?
- Testemunhámos e denunciamos a presença de polícia não fardada e não identificada na manifestação de 24 de Novembro, em frente a São Bento. Estes elementos, entre os manifestantes, incitaram à violência com palavras e acções, ao contrário do que afirmou inequivocamente o ministro da Administração Interna. Esta acção da polícia, de um Estado de Direito, e dito “democrático” configura uma ilegalidade e um crime. A acção da polícia nos piquetes de greve deste dia pautou-se igualmente pela ilegalidade e repressão, tendo-se apresentado nos locais onde se encontravam os piquetes armada com caçadeiras e metralhadoras, além de ter sido enviada polícia de intervenção para atacar e romper os piquetes.
- Repudiamos ser, consciente e propositadamente, apelidados de “delinquentes”, “criminosos” e outros adjectivos que claramente configuram um insulto pessoal e colectivo, com o único objectivo de anular a ‘Plataforma 15 de Outubro’ como sujeito político. Foi impedida a realização da Assembleia Popular prevista à mesma hora em que começaram os distúrbios. Está a ser construída, consciente e propositadamente, uma narrativa de terror social que visa claramente criminalizar o movimento social e os eventos da Greve Geral Nacional e manifestação que, tendo sido um grande sucesso, é minorada pela construção de factos e eventos de “violência” por parte das estruturas de poder.
- Manifestamo-nos contra a detenção avulsa de pessoas isoladas, sendo essa outra tentativa de reforçar esta narrativa criminalizadora.
- Somos e continuaremos a reivindicarmo-nos como uma plataforma de acção política pacífica e não aceitaremos ser, como colectivo, associados a qualquer acto de violência que cidadãos em nome individual possam cometer, na demonstração da sua legítima revolta.
- Rejeitamos a inversão total e propagandística da verdade que está em curso, procurando apelidar de violentas pessoas e movimentos que tentam defender os seus direitos e interesses, de forma pacífica. A violência das medidas de austeridade é que é indesmentível e por mais cortinas de fumo que por ela sejam lançadas, está à vista de todo o povo. Acusamos o governo de violência, directa e indirecta, sobre o país.
- Em resposta a esta campanha vergonhosa, informamos que convocaremos uma nova manifestação, a realizar no final de Janeiro.












